Confira as atrações da Casa Cor BH, que expõe 55 ambientes numa área de 30 mil metros quadrados em Alphaville, até 4 de outubro.
Jardim do apartamento - Sarah Sotero, Ronaldo Moraes e Edna Oliveira
Com 400 metros quadrados, o espaço segue o conceito dos jardins dos condomínios verticais, com plantas e vasos de baixa manutenção, com o charme de bacias que se transformam em espelhos d’água. Foi trabalhada uma cerca-viva de fórmio e vasos de fibra com pintura automotiva. Há ainda um percurso de pedras de quartzito ladeado por palmeiras. Esse caminho se abre em uma praça que abriga um automóvel. Compondo o jardim, bambu-mossô, bromélias e forrações.
Quarto do adolescente - Gislene Soeiro
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Inspirado em uma menina de 20 anos, o objetivo foi criar um lugar aconchegante e clean. A laca brilhante e o linho têm predominância no espaço e foram escolhidos por se tratar de material nobre e elegante. Os móveis em acabamentos e tons neutros dão leveza. O papel de parede “rendado” e as luminárias com desenhos lúdicos fazem referência ao lado romântico e sonhador da alma feminina.
Estar das crianças - Melissa Rezende
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Concebido com o intuito de unir os filhos num espaço de entretenimento e lazer, o ambiente foi modulado para cada um deles e contém uma caixa de brinquedos e um rolo de papel e pincéis para o menino de 3 anos, um reduto de leitura e fantasias para a menina de 10 e um canto do esporte a ser explorado pelo adolescente com bicicleta, ferramentas e acessórios. Os módulos são integrados por um espaço com mídias e outros equipamentos. O módulo central é todo em madeira de reflorestamento e as luminárias tem baixo consumo de energia e cadeiras são restauradas e trabalhadas manualmente em tecido de algodão.
Garagem - Flávia Zambelli
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Inspirada em um homem aventureiro, com personalidade marcante e gosto apurado. O espaço, multiuso, agrega elementos do cotidiano e é convidativo para reuniões descontraídas. Pautado pela sustentabilidade, o projeto tem móveis produzidos com madeira de reflorestamento e o aproveitamento de resíduos para confecção de mobiliário e adornos. O leiaute é objetivo: há uma extensa bancada que liga o ambiente interno e o externo, coifa embutida no teto, projeção de imagens em vidro duplo e tocheiro para aquecer a área externa.
Hall do colecionador - Helmara Lício
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As belas vinícolas inspiram o ambiente intimista. O projeto compreende espaço para degustar vinhos e colecionar lembranças de momentos relacionados à bebida. O hall abriga coleções de rolhas, rótulos e vinhos e memórias de viagens. O material remete às tabernas e a iluminação aplicada é suave e indireta. A madeira predomina nas paredes e no teto e o piso é rústico. Os móveis são de madeira certificada e rolhas.
Sala da lareira - Manuela Senna
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Ambiente inspirado no conceito de moradia que surgiu em Nova York nos anos 1960: a fusão do open space ao estilo de vida contemporâneo. No espaço, há ausência de paredes, divisões internas, vigas e pilares aparentes. A iluminação natural é garantida por grandes janelas. Revestimento de paredes em placas cimentícias, efeito de pintura texturizada no estilo madeira para paredes e teto, objetos de arte e móveis esculturais dão o ar moderno. No projeto, não foi executado rebaixo em gesso para deixar o ambiente com pé-direito alto.
Coffee garden - Droysen Tomich e Elcy Celani
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A Casa Cor Minas este ano se localiza em uma região que é interface entre mata atlântica e cerrado, e nela foram usadas plantas das duas regiões. As bromélias aechemeas, alcantareas e neoregélias são oriundas da mata atlântica e foram dispostas em arranjos com formas arredondadas e contrastantes. Já as palmeiras licuris são típicas do cerrado. Além de
adaptadas à região atraem a fauna para o jardim com seus frutos dourados e saborosos. Apesar de usar poucas variedades de fácil manejo e manutenção, exploraram a beleza e encanto dessas plantas. Complementam o espaço os jardins verticais, que agregam valor e enfatizam as matas. Esses painéis verdes são tendência contemporânea, podendo ser construídos em ambientes internos e externos trazendo sofisticação e requinte ao espaço.
Bar e café - Viviane Lima
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Com 80 metros quadrados, o conceito é do local onde os visitantes da mostra se reúnem para descansar, jogar conversa fora, tomar um drinque, lanchar, ler ou tomar um café. Um ambiente despojado e com a cor vermelha vibram.
Café do jardim - Valéria Alves
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Espaço de 120 metros quadrados que se destaca pela aplicação de produtos sustentáveis, madeira de reflorestamento, revestimento reciclável, sem produção de poluentes e fabricantes com selo verde. Os revestimentos de piso e parede, móveis, adornos, iluminação e até a climatização proporcionam aconchego, sem deixar de lado o requinte. Há cinco mesas e o tradicional balcão das cafeterias. Na área externa, sofás que se transformam em chaises. Seis lareiras elétricas foram distribuídas embutidas em suporte de MDF. Os tons são sóbrios (bege, berinjela, cobre e concreto) em contraste com o colorido de alguns mobiliários em laca azul. Os tecidos são linho rústico, veludo de seda e mantas de crochê.
Lounge interativo - Luciano Costa, Flávia Freitas Costa e Maria Aparecida Teles
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A proposta do trio traz a nostalgia e o charme do mobiliário vintage convivendo com a ousadia e a tecnologia da música eletrônica. O ambiente foi concebido em diferentes níveis, em que cores, texturas e a iluminação conduzem os visitantes até o lounge, passando por um painel interativo que apresenta a árvore genealógica da música eletrônica. O mobiliário é formado por peças originais vintage, como o sofá Tonico (1963) e o par de poltronas Oscar (1960), ambas criações de Sérgio Rodrigues consideradas clássicos do design brasileiro. Há ainda uma mesa Le Corbusier, em aço e cristal, datada de 1970. Há um painel de MDF revestido por uma camada de garrafas PET.
Fonte: Lugar Certo